Olá Pedro,
"Tantos vocacionados". Quem não é vocacionado? Viver a Vida será uma vocação? Ou é uma coisa normal, a que não ligamos importância? Será que a vocação de ser padre, é a única e a verdadeira vocação? Ou as outras vocações, são vocações menores?
"- Não desistas de ser feliz! Vai em frente!". Olha, é impossível não ser feliz, é impossível não ser Felicidade, a não desistência passa por reconhecer ou relembrar isto, mas temos a possibilidade de pensar o contrário, temos a possibilidade de pensar que não somos felizes, que não somos Felicidade.
Nem te digo "Vai em frente", digo "Vive o eterno momento do Agora, Aqui mesmo".
Até já,
Luís Carlos
Querido Pe. Pedro, Amigo e Padrinho,
De uma maneira ou de outra, mais tarde ou mais cedo, todos somos “chamados” a aderir a Deus, à Sua doutrina, ao Seu serviço. Alguns, mais dóceis, respondem logo afirmativamente. Outros oferecem maior resistência. Mas, o Senhor, na Sua infinita paciência, vai esperando amorosamente e trabalhando nos corações de cada um. Ele joga mão do que for necessário para atrair a Si as almas, Suas criaturas. As vidas vão sendo moldadas, muitas vezes, sem nos apercebermos, docemente: é quando Deus utiliza a Sua mão direita. Outras vezes, sem estarmos a contar, irrompe na nossa vida como um furacão, terrível, poderoso, avassalador, obrigando-nos a “ver” por onde é o caminho. Nessas ocasiões, Ele utiliza a Sua mão esquerda. Tanto uma como outra actuam por Amor, apenas e só por Amor.
Há vários exemplos de ambas, na História dos Santos:
Com a direita, Deus conquistou João Evangelista, Francisco de Assis, João da Cruz, Francisco Xavier, as duas Teresas – a espanhola e a francesa. Não é que a mão direita elimine a luta, não, nem a dor, nem a renúncia. Mas é cara a cara, em pleno sol.
Para conquistar Pedro e Paulo, Madalena, Agostinho ou Inácio de Loyola, Deus teve que empregar a mão esquerda. Diante da mão direita debatem-se, revoltam-se, obstinam-se. Entra então em jogo a mão esquerda. Mas na sombra, sem dar a cara, buscando um disfarce. A mão de Deus – o seu Amor – inventa uma engenhosa e divina metamorfose e transforma-se em raio, em bala de canhão, em dois olhos com lágrimas ou num galo que canta de noite. (“Meu Cristo Partido”, Ramon Cué sj)
Em todo este processo, o bom testemunho dos já consagrados é precioso, porque imensa é a sua responsabilidade. “Vede como eles se amam”. Mas, porque também pecadores, eles dão, algumas vezes, testemunhos que nos deixam decepcionados e nos fazem pensar na nossa maneira de estar no mundo como discípulos de Jesus. Devemos, por isso, rezar muito por eles e pedir ao Senhor que os ilumine e ajude a todos, para que, ao imitá-los, os que nos rodeiam possam rever Jesus em cada um de nós.
Beijo da afilhada amiga,
Ana Maria
Querido Pe. Pedro, Conhecido e sem relação nenhuma comigo,
Não podia concordar mais com este seu post, Cristo apela-nos a sermos felizes!!! Por isso akele padre de 26 anos lá do norte fez muito bem em fugir com a rapariga de 18 anos!!! Foi à procura da felicidade!!!
Não acha que se os padres podessem casar, haveriam muitos mais e mais felizes, pense nisto!
Cumprimentos de um leigo amigo,
João Eduardo
João Eduardo a 30 de Novembro de 2009 às 17:32
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Anareis a 12 de Dezembro de 2009 às 06:37